- não quero.
- não gosto.
- não vou.
- não.
uma das coisas que mais me assustava antigamente era ter de dizer estas frases com medo de vir a magoar alguém com elas. o tempo passou-se e com ele veio o aprendizado do quão libertador é conseguir praticar o não sem qualquer remorso ou culpa.
aprender a priorizar as nossas vontades, não faz de nós bichos de 7 cabeças. o que muitos podem classificar como "ser rude" ou "uma pessoa desligada", muitas vezes é o que nos dá paz interior.
não quero ir a certo sítio - não sou obrigada - não gosto de x ou y.
eu não tenho de viver em prol de agradar aos outros mas tenho sim de viver em prol em me agradar a mim mesma.
já lá vai o tempo em que queria ser aceite e agradar a gregos e troianos.
o primeiro passo foi realmente entender que está tudo bem em não querer determinadas companhias, não aceitar determinados comportamentos ou comentários para a minha pessoa, não querer frequentar certos sítios e muito menos estar em volta de pessoas que não me acrescentam felicidade.
não, não, não.
é tão bom!