m. diz: desculpa débora, mas tudo o que fiz por por mim. eu admito, eu nunca soube dar-te o devido valor. e agora vejo que te perdi. perdi-te e sei que nunca mais vou conseguir ter-te comigo. estou arrependida de tudo o que te disse, e só deus sabe o quanto me orgulho de ti, da pessoa que és e te tornaste. eu sei que pode ser tarde para te dizer isto, mas quero que saibas que para mim és, e sempre foste como uma irmã. sempre tiveste comigo quando mais precisei, e eu que te dei em troca? desilusões atrás de desilusões. meti-me com más companhias, fui para o mundo da droga, e adivinha? perdi todos aqueles que gostava. não me sinto feliz comigo, é óbvio que não. mas que posso eu agora fazer, quando perdi tudo e todos? nem os meus pais olham para mim direito...
d. diz: marta?! eu bem te queria dizer que é tarde. mas não consigo... escuta eu...
m. diz: tenho que sair. não sei quando volto, ah... e roubaram-me o telemóvel. adeus débora.
m. está offline.
tenho ainda muito por te dizer marta, e quero que saibas... que ainda consigo abrir os braços para ti.