sábado, 25 de julho de 2009

levei anos na minha vida até conseguir encontrar-te. não a ti especificamente, mas alguém igual a ti; como tu. alguém, que apesar de ser tão oposto da minha pessoa, é tão igual ao meu verdadeiro eu. alguém que completa os meus defeitos com as suas virtudes, e alguém a quem consigo completar com as minhas. tapas-me os erros, e eu tapo-te os teus. uma cena tão fora do comum, que a faz ser perfeita; ter uma conexão perfeita. se fosse crime ter algo assim, então acho que estaríamos os dois em prisão perpetua.
gosto da maneira como me moldas. e da maneira como te moldo a ti. digo que se tu fores o meu final, eu serei o teu começo. pois completamos-nos mutuamente. amo quando tocas guitarra para mim, enquanto olho para o rio e me deixo levar pela suavidade de cada acorde tocado por ti. gosto de quando me beijas e ficas inconformado se me começo a rir, em cada beijo teu. sabes, eu posso até esquecer a minha própria existência em cada profundo beijo teu. e isso faz-me feliz. tão feliz que a única razão que me fazer querer sorrir sem razão, é porque és tu quem lhe dá razão. só tu.
o tempo passa cada vez mais depressa, a relação todos os dias ganha novas metas sobrepostas a nós. e juntos vamos crescendo. juntos vamos aprendendo novos detalhes do outro. e juntos vamos aproveitando a passagem cá na terra, e juntos navegamos daqui até júpiter, e até plutão.
sabes o que mais venero neste mundo acima de te venerar a ti; amar-te e tudo mais? é ser tua. só tua.