que saudades de sentir, sentir aquelas emoções que sentia aos 15/16/17/18 anos... e de saber escrevê-las tão bem.
estive a reler velhas histórias, minhas e dos outros. uns outros especiais, e, outros tantos nem tanto... e claro que acabei por reler as tuas.
lembras-te de mim? às vezes ainda existo, ainda sou aquela miúda pequena que conheceste. apaixonada, cheia de sonhos. sinto saudades dela muitas vezes, principalmente quando tenho tempo (demasiado) livre, o que acaba por ser o caso.
amei-te tanto, reconheço. não me lembro de nenhum amor assim, depois de ti, embora tenha tido outros amores, tal como agora, que estou com o amor que é para a vida e que me deu o amor da vida, tu sabes... não preciso de explicar.
mas tu, foste o amor da vida daquela vida que passou. tenho-te tanto mas tanto a agradecer. ensinaste-me as bases todas, e eu tenho de to dizer, mas, não é como se não o soubesses, porque afinal de contas, fomo-nos reencontrando em várias fases da vida por vários longos anos. e que cena mais maluca, não é? todos aqueles reencontros, como se fossem necessários e urgentes. e acabavam por o ser.
hoje não os necessito, mas quero que saibas que o que existiu, venho-te aqui confirmar que foi real, muito real.
obrigada, foi ótimo voltar a este canto que começou por ti.