sexta-feira, 23 de setembro de 2011

durante uma conversa disseram-me para parar de olhar para trás e pensar no que afinal de contas falhou. seguir em frente e deixar de pensar no que virá, o que for que seja, devo preparar-me com a força de mil homens para aguentar forte e firme. disseram-me para não ser tão coração e para ser justa comigo mesma antes de o ser com os outros, egoísmo será eu concordar com tudo isto. como posso eu parar de olhar para trás, se é lá que está a felicidade que outrora tive? tão única, perfeita e brilhante? como posso eu deixar de pensar no que falhou se penso nisso diariamente com esperança de vir poder a remodelar? e, deixar de pensar no que há-de vir? porquê? eu também pensava que o português que escrevo iria ser assim para sempre e agora o novo acordo ortográfico veio mostrar-me que afinal até a escrever já cometo erros e eu não suporto erros. pensar será solução? ou desistir será uma objecção? já o joão pedro pais diz que ninguém é de ninguém mesmo quando se ama alguém. confirmo.