« tanto me apetecia agora ser alguém que não cantasse e não sentisse, alguém que visse padecer e não visse. alguém que fosse ter o dia fora neutro como um rapaz que come e bebe a toda a hora sem saber o que faz. alguém que não tivesse sentimentos, pressentimentos e coisas de escrever e de exprimir. alguém que se deitasse no banco mais comprido que vagasse e podesse dormir. mas eu sei que não posso. »