ânsias. não me perguntes o porquê de as ter. simplesmente, tenho-as. sei que para breve se aproxima um novo começo, uma nova etapa, uma nova vida. não sei se quero. ou se me apetece. sinceramente, já não sei o que quero, quem sou, para onde vou e porque é que vou. (...)
medos. não me perguntes o porquê de os ter. simplesmente, tenho-os. medo de falhar, medo de perder, medo de errar, medo de mentir e de nunca mais sorrir. (…)
inseguranças. não me perguntes o porquê de as ter. simplesmente, tenho-as. inseguranças de vir a ser quem não quero ser. é errado talvez, ter tanta especulação futuro, mas eu sou mesmo assim. funciono graças ao meu passado, em função do presente e com medo do futuro. e por mais que tente, não consigo assimilar que melhor que especular, é nem sequer tentar saber. infelizmente, a inquietude já é um velho defeito meu, que nem mesmo tu podes mo restaurar.