quarta-feira, 18 de agosto de 2010

(?!)

(...) provavelmente por passarmos demasiado tempo a magoar-mo-nos uns aos outros, não nos damos conta que a vida não foi feita para ser desperdiçada com mentiras e complicações, com erros. eu nunca fui de dar tudo de mim, até tu apareceres, e talvez seja isso o que mais me magoa. despedir-me de mim, a cada segundo que te cumprimento com todo o meu eu. dar-te o meu coração por inteiro, mesmo quando a minha cabeça me diz: não dês tudo ainda. mas é inevitável. é mais forte que eu. tu és mais forte que eu. e eu não posso lutar contra isso. (...) e, por não admitir erros meus, é que não me posso dar ao luxo que falhes comigo. não te posso deixar falhar, e por isso te dou tanto na cabeça. mas eu sou assim, mesmo já não sendo eu mesma, continuo a querer o bem do meu bem mais precioso, o meu coração. por isso, peço-te amor que nunca falhes, porque eu não iria aguentar. não iria aguentar dar razão às pessoas que dizem que o teu primeiro grande amor, irá ser a tua grande desilusão.

(contudo, é tão bom saber que eu & tu nunca seremos iguais aos iguais. aqueles, sabes, que nós tanto desprezamos.)
14/08/2010