quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010

« adoravas sentir e pensar que eu te tomava pelo meu guardião e protector, que a minha própria vida estava nas tuas mãos, na tua perícia ao volante e nas tuas sábias decisões! e, todavia, oh meu querido, se tu soubesses que quando eu verdadeiramente gostava de ti era quando te surpreendia com um ar de menino perdido ou contente, quando te via cansado e assustado, quando fingias saber onde estavas e não fazias ideia, quando à noite na tenda me encostava a ti e só então tu adormecias, embora fingisses estar a dormir há muito! »