domingo, 17 de janeiro de 2010

« tem cara de anjo, é quase perfeito, mas lembra-me outro homem. um outro anjo, outra forma de vida, ou outra coisa qualquer. não compreendo quem me diz ser capaz, de sacudir a liberdade isso é demais. eu quero ser o que amanhã quiser, é com teu ego que sais. o amor é isto, o amor é isto e nada mais! nada mais, nada mais, nada mais, nada mais, nada mais, nada mais, nada mais, nada mais. chegou-me agora a noticia: um amigo meu, caiu em contradição. dizem ser melhor a liberdade, tudo bem, ãnh ãnh, mas também ele é um homem uma prisão. pára por aqui, não sofre qualquer tipo de evolução, se eu quiser eu acabo tudo, mas mal de mim prendeu-me o coração. o amor é isto, o amor é isto e nada mais! nada mais, nada mais, nada mais, nada mais, nada mais, nada mais, nada mais, nada mais. é liberdade pr'aqui, é liberdade pr'ali. toda agente diz, toda a gente quer. mas querendo ou não, ninguém lhe dá a mão, e todos querem a prisão de um homem. é tudo fruto da nossa natureza, e quem não é a sua negação. o diabo chegou e humildemente a deus falou: não somos eva nem adão.
o amor é isto, o amor é isto e nada mais! nada mais, nada mais, nada mais, nada mais, nada mais, nada mais, nada mais, nada mais. »