domingo, 31 de janeiro de 2010

ontem morreste. como em tantos outros pesadelos que já tive contigo, tu deixaste-me. de uma maneira ou doutra tu acabas sempre por partir.
hoje, aqui e agora sei que estás aí, desse teu lado. bem longe do meu. irracionalmente penso se gostas mesmo de mim. como é possível todas a noites partires sempre e nunca mais voltares? e, racionalmente penso... como é bom ter-te durante o dia. saber que apesar de estares aí, e eu aqui que não me largas nem me trocas por nada deste mundo. a única coisa que agora o meu coração grita é: não te vás embora.