não, nada acontece ao acaso. e ninguém me pode fazer pensar o contrário, desde que tenho comigo; a meu lado todos os dias, dia após dia a prova viva disso - tu.
sei que tudo o que nos já aconteceu até hoje nunca foi planeado, nunca foi totalmente 'desenhado' por nenhum de nós. a verdade é que não escolhemos apaixonar-nos, muito menos criar este laço invisível aos outros; esta barreira, este mundo.
pergunto-me como conseguem existir coisas assim, amores perfeitos, conexões de brutalíssima estatura amorosa nos nossos corações. o amor, questiono-me de onde ele vem, porque é que designam por amor estes friozinhos no estômago. esta partilha de sentimentos. este bem estar na tua presença, e o mau estar na tua ausência. as saudades de te ter comigo, de te possuir, de te sentir por inteiro. os sorrisos, os arrepios, os mimos. tudo isto (e algo mais) que se englobam numa só palavra: amor.
sinto que contigo é diferente, amor a sério, real. não necessito de todos os dias ouvir mil vezes que me amas, basta-me acreditar que me irás conseguir amar essas mil vezes todos os dias.
descrevo o nosso amor, em cadernos sem fim. papel, uma coisa tão insignificante ao pé do que sinto por ti. demasiado banal; básico, vulgar e frágil também. esta cor que o preenche nem em mil e uma fotografias é realmente posta aos nossos olhos (e aos dos outros), porque é demasiado colorida, e esta cor não é visível a todos. só se sabe a ver com o coração. e nada disto acontece ao acaso.
não, não é ao acaso que só quem vê com o coração, sabe ver o que é amor. não é ao acaso, que quem sabe realmente sentir com o coração, vê que isto - o que nos une - é de facto amor, duro e puro.
não é ao acaso, que estou contigo, e tu comigo. não é ao acaso que estamos juntos.
sei que tudo o que nos já aconteceu até hoje nunca foi planeado, nunca foi totalmente 'desenhado' por nenhum de nós. a verdade é que não escolhemos apaixonar-nos, muito menos criar este laço invisível aos outros; esta barreira, este mundo.
pergunto-me como conseguem existir coisas assim, amores perfeitos, conexões de brutalíssima estatura amorosa nos nossos corações. o amor, questiono-me de onde ele vem, porque é que designam por amor estes friozinhos no estômago. esta partilha de sentimentos. este bem estar na tua presença, e o mau estar na tua ausência. as saudades de te ter comigo, de te possuir, de te sentir por inteiro. os sorrisos, os arrepios, os mimos. tudo isto (e algo mais) que se englobam numa só palavra: amor.
sinto que contigo é diferente, amor a sério, real. não necessito de todos os dias ouvir mil vezes que me amas, basta-me acreditar que me irás conseguir amar essas mil vezes todos os dias.
descrevo o nosso amor, em cadernos sem fim. papel, uma coisa tão insignificante ao pé do que sinto por ti. demasiado banal; básico, vulgar e frágil também. esta cor que o preenche nem em mil e uma fotografias é realmente posta aos nossos olhos (e aos dos outros), porque é demasiado colorida, e esta cor não é visível a todos. só se sabe a ver com o coração. e nada disto acontece ao acaso.
não, não é ao acaso que só quem vê com o coração, sabe ver o que é amor. não é ao acaso, que quem sabe realmente sentir com o coração, vê que isto - o que nos une - é de facto amor, duro e puro.
não é ao acaso, que estou contigo, e tu comigo. não é ao acaso que estamos juntos.