conseguimos ser donos do mundo com simples gestos, simples palavras, simples toques, simples olhares de cumplicidade, simples leituras de pensamentos. conseguimos ser aquilo que talvez, nunca antes fomos. evolução da nossa própria imagem com ajuda um do outro? sim, está mais nítida e muito translúcida.
juntos, somos donos do mundo, que gira ao contrário… mas não para nós. juntos conseguimos ser donos do tempo, que por defeito ainda não aprendemos a controlar, e que nos sabe sempre a pouco. mas a verdade, é que sei que nunca lhe poderemos por a mão em cima e comanda-lo. ele é do contra, e tal como nós… não gosta de ser mandado, e só sabe agir espontaneamente.
tanta é amizade que nos une, tanto é o amor, tanta é a confiança, tanta é a cumplicidade, tantos são já os conhecimentos, que possuímos um pelo outro que nem precisamos de dizer uma palavra, para juntos sabermos o que o outro está a pensar, e em ocasiões em que menos esperamos completamos as frases um do outro, e depois… depois vem aquele nosso sorriso. o nosso sorriso que diz tudo aquilo que já sabemos. o sorriso que talvez… nunca tive com ninguém. porque nunca ninguém soube tão bem ler o que me ia no pensamento como tu. e eu sei, que a ti também te consigo ler, porque para mim és transparente.
não são precisas conversas chatas de ‘temos que falar’, porque connosco não há nada para falar. porque não sabemos agir mal um com o outro. e quando há algo de estranho, diz-se logo. dás o braço a torcer, dou o braço a torcer… quando assim tem que ser. ás vezes tu ficas com a tua, eu fico com a minha, mas nada que vá mexer no nosso mundo perfeito e colorido.
somos dois seres mágicos, que ao contrário do que muitos pensavam por sermos opostos… nos damos às mil maravilhas. simplesmente, porque tu tapas-me os defeitos, os erros, e eu tapo-te os teus.
e tudo isto se deve ao nosso lado a lado.
juntos, somos donos do mundo, que gira ao contrário… mas não para nós. juntos conseguimos ser donos do tempo, que por defeito ainda não aprendemos a controlar, e que nos sabe sempre a pouco. mas a verdade, é que sei que nunca lhe poderemos por a mão em cima e comanda-lo. ele é do contra, e tal como nós… não gosta de ser mandado, e só sabe agir espontaneamente.
tanta é amizade que nos une, tanto é o amor, tanta é a confiança, tanta é a cumplicidade, tantos são já os conhecimentos, que possuímos um pelo outro que nem precisamos de dizer uma palavra, para juntos sabermos o que o outro está a pensar, e em ocasiões em que menos esperamos completamos as frases um do outro, e depois… depois vem aquele nosso sorriso. o nosso sorriso que diz tudo aquilo que já sabemos. o sorriso que talvez… nunca tive com ninguém. porque nunca ninguém soube tão bem ler o que me ia no pensamento como tu. e eu sei, que a ti também te consigo ler, porque para mim és transparente.
não são precisas conversas chatas de ‘temos que falar’, porque connosco não há nada para falar. porque não sabemos agir mal um com o outro. e quando há algo de estranho, diz-se logo. dás o braço a torcer, dou o braço a torcer… quando assim tem que ser. ás vezes tu ficas com a tua, eu fico com a minha, mas nada que vá mexer no nosso mundo perfeito e colorido.
somos dois seres mágicos, que ao contrário do que muitos pensavam por sermos opostos… nos damos às mil maravilhas. simplesmente, porque tu tapas-me os defeitos, os erros, e eu tapo-te os teus.
e tudo isto se deve ao nosso lado a lado.