terça-feira, 4 de agosto de 2009

um dia destes, gostava de poder recolher um bocado de todas as cores que existem no mundo e colocá-las dentro de um frasquinho. aí poderia usa-las sempre que o meu dia estivesse escuro. (...) quando não tivesse ninguém a quem pedir um abraço; ou se não houvesse ninguém a quem eu pudesse pedir: faz-me sorrir, preciso de sorrir. (...) eu fechar-me-ia no meu quarto, e iria abrir cuidadosamente o pequenino e frágil frasquinho de vidro. iria deslumbrar-me sozinha com tantas bonitas cores, a invadirem-me a alma. aí sentir-me-ia melhor. (...)